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Mostrando postagens de 2017

1 Coríntios 13: O Amor (A Mensagem)

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Se eu falar com eloquência humana e com êxtase própria dos anjos e não tiver amor, não passarei do rangido de uma porta enferrujada.

Se eu pregar a Palavra de Deus com poder, revelando todos os mistérios e deixando tudo claro como o dia, ou se eu tiver fé para dizer a uma montanha: “Pule!” e ela pular e não tiver amor, não serei nada.

Se eu der tudo que tenho aos pobres e ainda for para a fogueira como mártir, mas não tiver amor, não cheguei a lugar algum. Assim, não importa o que eu diga, no que eu creia ou o que eu faça: sem amor, estou falido.

O amor nunca desiste.
O amor se preocupa mais com os outros que consigo mesmo.
O amor não quer o que não tem.
O amor não é esnobe,
Não tem a mente soberba,
Não se impõe sobre os outros,
Não age na base do “eu primeiro”,
Não perde as estribeiras,
Não contabiliza os pecados dos outros,
Não festeja quando os outros rastejam,
Tem prazer no desabrochar da verdade,
Tolera qualquer coisa,
Confia sempre em Deus,
Sempre procura o melhor,
Nunca olha p…

Hit do momento: "Senhorita" da dupla Victor e Leo

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Esse clipe da música "Senhorita" da dupla Victor e Leo​ tá super um máximo. Vale a pena conferir!

Kiyoshi Hikawa, o Príncipe da Música Enka: esse cara é muito amor!

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Eu adoro música popular japonesa, de preferência a música enka (e sou a primeira brasileira a curti-la). E você sabe o que é isso?
Enka (em japonês: 演歌) é um estilo de música japonesa que é uma mistura de sons tradicionais japoneses com melodias ocidentais, principalmente de influência americana. Porém foi criada entre a Era Meiji e Era Taisho, como uma forma de música de protesto.

O termo enka (演 = "atuar" / 歌= "canção") se formou originalmente na era Meiji, e começou como uma forma de expressão de desacordo político - discursos em forma de música para fazê-los mais atraentes - porém sua forma mudou rapidamente. Foi o primeiro estilo à sintetizar as melodias japonesas com as harmonias ocidentais para criar um novo estilo musical. Entre vários cantores desse gênero, o mais famoso atualmente é o Príncipe do Enka: Kiyoshi Hikawa. Na primeira vez que eu fui o Bairro da Liberdade em São Paulo (foi em 2014), o que encontrei na banca de revista da Praça da Liberdade foi…

Urashima Taro

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Há muito tempo, existia um rapaz chamado Urashima Taro. Um dia, ele estava caminhando pela praia e se deparou com um tumulto de crianças. O rapaz viu que as crianças pegaram uma tartaruga e começaram a bater e a maltratar o animal.  Urashima Taro disse: "Não se deve praticar tamanha crueldade!" As crianças responderam: "Não importa, nós a capturamos!" e não queriam ouvir. Urashima Taro disse: "Então vendam essa tartaruga para mim!" e comprou a tartaruga. Ele acariciou as costas do animal, disse-lhe que não seria capturado novamente e devolveu-o ao mar. Passaram-se dois ou três dias, e quando Urashima Taro saiu para pescar como sempre, ouviu alguém chamá-lo pelo nome. Quando olhou para trás, viu uma tartaruga gigantesca que veio nadando próximo ao barco, e fez-lhe uma breve saudação. A tartaruga disse: "Obrigada por ter salvado minha vida; como agradecimento, eu gostaria de convidá-lo para conhecer o palácio do fundo do mar" e pediu para Urashim…

Bora dançar?

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E o resultado foi mesmo um trio de música latino-americana, rítmica e contagiante que hoje em dia está esquentando nosso verão!   - Los Tres Maneros, parte de Contos e Temas-Livres; Tatianna Raquel

Vamos aproveitar esse dia maravilhoso pra você dançar ao som desses ritmos contagiantes que a gente preparou pra você!
Hula Hoop (Daddy Yankee)



Taquitá (Cláudia Leite)





Te Quiero de Amor (Itoshi no Te Quiero) (Kiyoshi Hikawa)

Música que inspira: "Otokobana" (Kiyoshi Hikawa)

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Beleza cavalheiresca (男花 Otokobana), composição de Akira Umehara, é um megahit do cantor japonês Kiyoshi Hikawa e essa fala de determinação, influenciada pelo azul do mar.  Só pra se ter uma ideia, Otokobana contém o som ritmico do taiko, que representa o balanço dos oceanos (a música começa, prossegue e termina com essa percussão tocada no decorrer da faixa). Dizem por aí que ora representa o chamado do mar (para os nossos japoneses), ora o canto da sereia (para nós)! Se você prestar atenção nesse tum-tum-tum do taiko que toca nessa música, você nota o quão ritmica é a batida dele próprio e o quão encantador é o modo como atrai quem gosta de ser determinado. 
Otokobana tem 2 versões. A versão do álbum (que contém 2 versos e uma conclusão) entrou na primeira a ir para as lojas e plataformas digitais (é a faixa 4 do CD Shin - Enka Meikyoku Collection: Sasurai Bojou, lançada em 8 de julho de 2015). Algumas semanas depois, os fãs queriam que essa música fosse um single, contanto que tives…

Feliz Páscoa!

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Sereia (Roberto Carlos)

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Confira a nova música que o rei Roberto Carlos fez para Ritinha (Ísis Valverde), personagem de Ísis Valverde na novela A Força do Querer (e olha que é cheia de sereismo!): "Sereia"!




Escute também nas plataformas digitais: https://SMB.lnk.to/Sereia

Conheça Ritinha, a mais linda das sereias da novela "A Força do Querer"

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Olá, galera! Hoje vamos falar dessa primeira sereia da novela das 9 A Força do Querer, que vai estrear hoje na Globo: Ritinha, personagem interpretada pela atriz Ísis Valverde.
Jovem e linda, Ritinha é apaixonada por si mesma, vivendo aquela euforia própria da juventude, quando se quer provar de tudo o que a vida possa oferecer. Sua inconsequência há de provocar muitos estragos. Noiva de Zeca no início da trama, terá um envolvimento com Ruy. Além disso, Ritinha é uma mulher que adora o fascínio que exerce pelos homens, tal como as sereias, que ela acredita ser uma.
Inspirada na sereia profissional Mirella Ferraz, Isis Valverde fez aulas de apneia e treinou por cerca de 3 meses uma cauda de silicone, para viver uma personagem adepta do sereismo.
Ritinha também é sinônimo de menina sereia (porque se trata da história entre uma sereia e um estrangeiro, com base n'A Pequena Sereia).
Foi para a personagem Ritinha que o rei Roberto Carlos compôs a música "Sereia".



NÃO PERCA! …

Palestra 30: "Nas asas do pássaro azul, a alegoria da felicidade em massa"

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Quando vocês acharem o pássaro da felicidade, o conto de fadas se tornará realidade, e tudo de maneira positiva.
- O Pássaro da Felicidade
Todo mundo lembra do pássaro da felicidade que deixa a gente feliz. E pra ser feliz, tem que cultivar nossas amizades, os amigos de verdade. Tem que mergulhar fundo na fantasia, na nossa liberdade. Tem que relembrar os momentos felizes do passado, no País da Saudade, lembrar de seus antepassados, de seus avós. Tem que apreciar o Jardim das Felicidades, cultivar a alegria, relembrar o amor e carinho de mãe. Tem que planejar como vai ser nossos filhos por nascer - do Reino do Futuro ao nosso mundo. Como? Através da história do Pássaro azul.
O símbolo de um pássaro azul como o prenúncio da felicidade é encontrado em muitas culturas e pode datar de milhares de anos. Um dos exemplos mais antigos (encontrado nas inscrições ósseas do oráculo da Dinastia Shang, 1766-1122 a.C.) é da China pré-moderna, onde um pássaro azul (qingniao) era o pássaro mensageiro…

Palestra 29: "As flores do jardim da minha casa"

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Existe no jardim angelical, nupcial e feérico - e também no jardim do coração da Momoko e em nossos corações - uma flor branca, similar a uma orquídea-traça, consagrada por Deus e com uma bela aparência. Chama-se Carollove [...]
- Carollove, a Flor da Paz
Quando eu era pequena, eu já ouvi falar das flores inspiradoras, em especial as rosas. As rosas simbolizam o amor e a beleza e inspiram muita gente - e a todos nós, quando menos espera. Logo eu percebi que elas fazem parte de tudo: como um presente especial para todas as ocasiões, enfeitando lindos ambientes, criando um clima de romance... Adoro rosas brancas e vermelhas porque elas são ideais para criar um clima romântico. 
As flores trazem também a diversidade, a beleza que é manifestada de formas diferentes e reservada a todos.
Assim o esplendor da rosa completa a beleza humilde da margarida.
A rosa (minha favorita!) traz elegância de suas cores e o veludo de suas pétalas, é também a flor do amor! Rosas contém espinhos. E é import…

Palestra 28: "As Mil e Uma Noites de uma fábula pra lá de Marrakesh"

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De afar (tapete voador), véu de seda e livro das Mil e Uma Noites na mão, deixei Dubai para um passeio no deserto em plena brisa de Nadq, de onde vem a fragrância de Araar.
- Noites da Arábia nos Olhos de Marsinah
Recentemente a Mocidade Independente de Padre Miguel ignorou os 7 mil km que separam Brasil e Marrocos para aproximar a Sapucaí das tradições de Marrakesh, em cima do tapete de Aladdin ou no barco de Simbad, personagens de “As Mil e Uma Noites” que ajudaram a levar o colorido mágico e luxuoso do Oriente para a avenida. O samba-enredo de 2017 era As Mil e Uma Noites de uma Mocidade Pra Lá de Marrakesh, com base nessa temática. 
E não é a primeira vez que as Mil e Uma Noites conquistaram a Sapucaí em pleno carnaval deste ano. O musical Kismeté uma peça teatral em três atos escrita em 1911 por Edward Knoblauch (mais tarde Edward Knoblock). O título é uma palavra latina do original turco e urdu que significa fatalidade ou destino. A peça foi muito popular e teve duas temporadas …

Palestra 27: "Família abençoada, um dom de amor"

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A amizade é como uma melodiosa canção de amor: quando se é executada e com palavras cheias de amor, alegria e otimismo, não termina nunca: é eterna.
- Os Irmãos Dó-Ré-Mi, sobre o amor e a amizade, também em família
Conforme diz a música do Nando Reis: "Família, família/almoça junto todo dia/nunca perde essa mania..." E yes, nós todos temos uma família!
Se existe algo ou alguém em que podemos depositar toda nossa confiança, é na nossa família. Ela nos mostra o que é certo, indica os melhores caminhos, e nos proporciona um amor verdadeiro e incondicional. Uma família em harmonia, que se ama mutuamente, permanece unida por uma vida toda. E é também fonte de exemplo para todas as gerações, inspirando a formação de novas famílias.
É também no ambiente familiar que conhecemos nossos primeiros valores e recebemos as primeiras regras sociais. Aprendemos a perceber o mundo, damos início a nossa identidade e somos introduzidos no processo de socialização. Por isso, é tão comum que no…

Palestra 26: "Entendendo a Amazônia e seus segredos"

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...os índios nos deram a esmeralda, a pedra preciosa sagrada que, quando usado para nos tornarem invisíveis aos inimigos que querem nos atacar, lhe serve de "arma sagrada e invisível" para nossa defesa.
- A Floresta de Esmeraldas: O Despertar
A esmeralda, mencionada no conto da minha autoria, também se refere a Floresta Amazônica, ou a Amazônia, uma floresta latifoliada úmida que cobre a maior parte da Bacia Amazônica da América do Sul. Esta bacia abrange 7 milhões de quilômetros quadrados, dos quais 5 milhões e meio de quilômetros quadrados são cobertos pela floresta tropical. Esta região inclui territórios pertencentes a nove nações. A maioria das florestas está contida dentro do Brasil, com 60% da floresta, seguida pelo Peru com 13% e com partes menores na Colômbia, Venezuela, Equador, Bolívia, Guiana, Suriname e França (Guiana Francesa). Estados ou departamentos de quatro nações vizinhas do Brasil têm o nome de Amazonas por isso. 
A Amazônia representa mais da metade das…

Palestra 25: "Por trás do conto da Pequena Sereia: a metáfora do amor estrangeiro"

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Nyah, ao notar que Bruno estava respirando por um milagre, comemorou. Ela olhou fixamente para Bruno e se apaixonou naquele momento.
- Nyah, a Sereia
Tóssoli, a Pequena Sereia (em dinamarquês: Den Lille Havfrue) é um conto adaptado para crianças da autoria de Hans Christian Andersen (datada de 7 de abril de 1837) sobre uma jovem sereia disposta a dar a sua vida nos mares e a sua identidade como sereia a fim de conseguir uma alma humana e o amor de um príncipe humano. Já ganhou centenas e centenas de adaptações audiovisuais, incluindo a melhor conhecida adaptação da Disney em 1989, cuja canção "Parte de Seu Mundo" conquista as meninas até hoje. É também um conto temático de todos: neste caso, a temática é o amor estrangeiro.
Quando eu comecei a tomar conhecimento sobre amor estrangeiro, eu me lembrei de uma das histórias de Hans Christian Andersen. Consta que muitas das histórias de Andersen tinham a intenção de estimular os leitores a olhar além da aparência externa das coisa…